embrumada de sono, obriguei-me
a dignificar minha existência de não-homem
e entreguei-me ao trabalho.
daí quando abri a boca para bocejar
tomei uma lufada de sol goela abaixo!
o coletivo lotado, não consegui ao menos me segurar...
ajeitei a postura, sequei a areia dos olhos
e despertei na língua do mundo.