A cabeça fervilha cotidianices
Rola a roleta dos pensamentos
Quando te acha, não quer sair
Fica, fica aqui nessa estação
Um pouquinho mais só, mais mais
Mesmo com a roleta imóvel:
É incessante a confusão de pensamentos
Ah, perdão, eu não posso negar
E outra, não sei se melhora
Estar contigo me planta outras dúvidas
Estou que não me aguento de pensar
Quero férias de sinapses
Não é sobre morrer, mas é como se fosse.
Como se uma parte tivesse que morrer
Pra que eu continue vivendo
E me sabendo viva
E me sabendo viva
Ah, ainda bem que isso se dilui com sua presença
Porque eu, eu estou que não me aguento de pensar.