Ai, que saudade que dá
das intermináveis leituras,
dos inúmeros forâmes ósseos,
da consistência dos órgãos,
dos macetes para os pares cranianos,
das anotações de aula,
do caminho para o anatômico,
dos atlas,
dos desenhos da laringe,
da impressão cardíaca no pulmão,
da artéria gástrica,
da cérebro-basilar,
da língula pulmonar,
do corpo caloso,
do quiasma ótico…
Ai, que saudade de anatomia!

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